Se ela dança, eu danço.
Bem, mais uma vez derramando idéias vagas, pincelando noções e esboçando raciocínios, aqui estou eu. Desta feita, venho analisar uma faceta interessante do comportamento humano. Analisem comigo: você tende a brigar mais com as pessoas próximas a você. Mas isso leva elas a se afastarem de você, e se tornarem meros conhecidos, que você carece de intimidade para brigar. Então, a dicotomia inerente à humanidade é: buscamos aproximar as pessoas de nós, mas nosso comportamento inconsciente nos faz buscar o afastamento de todos ao nosso redor.
Agora, caro leitor, você se pergunta diversas coisas: "Mas esse mequetrefe já não falou do comportamento humano?"; "Qual é a relação do título da postagem com o resto do texto?"; "Aonde essa merda desse texto quis me levar?!"
Não vou responder nada disso, e não adianta ficar me olhando com essa cara de filha do padeiro.


4 Comments:
Primeiramente: O título e o resto do seu texto não são coerentes. Terei que zerar sua redação. =P *Imitando o Rogério*
Agora falando sério, como eu te disse, fiquei constrangida ao ler o título do post, porque eu pensei que você fosse dissertar sobre tão profunda e emocionante canção da Música Popular Brasileira. Ainda bem que você mudou drasticamente (note que não tem acento, não vá me corrigir outra vez =P) de assunto.
Sim, nós costumamos brigar com as pessoas mais próximas, mas eu não tenho o mesmo ponto de vista que o seu. É melhor brigar com a pessoa à ficar acumulando desavenças. E, na minha opinião, isso fortalece a amizade (ou outro tipo de relação). Exemplo: Nós dois. Outro exemplo: Você e Bruno. Sempre há discussões, mas nós ainda somos as pessoas mais próximas de você ;)
Agora, respondendo às perguntas do final...
Sim, seu mequetrefe, você já tinha falado disso antes, você não tem criatividade não? =PPPP
Não há relação entre o título e o texto. Isso é óbvio.
O texto não me levou a lugar algum...
Cara de filha do padeiro? Como seria a cara dessa pessoa? Você poderia fazer seu próximo post falando sobre isso. Ou não. =P
Beijos amor, te amo!
Ah, eu devo discordar da Isa num pequeno aspecto. Existe, sim, coerência entre o título do texto e a mensagem transmitida pelo autor.
Mas é algo extremamente complexo, que pode demandar alguns minutos de reflexão, então é bom que o raciocínio seja estudado com cuidado.
Nosso estimado Gerhard começa a expor as dificuldades inerentes às relações humanas, e a problemática atinge o clímax quando são citados os conflitos entre pessoas que são próximas. Até aí, tudo certo.
Pois bem, nestes conflitos, o que ocorre? Será que você realmente deseja o mal para a outra pessoa? Quando briga com um amigo, quer mesmo que ele sofra?
Não. E por que?
Porque se acontece algo ruim à ela, isso também te machuca, mesmo que no plano inconsciente, uma vez que vocêse importa com tal pessoa. Logo, o que é ruim para um, é ruim para o outro. Se ela se der mal, (ou, em outras palavras, se ela dançar) bem... Você dança também, por tabela.
Logo, deduz-se:
Se ela dança, eu danço.
huahauhauahauhauahauhauahuahaua!
Muito bom o argumento do Thomas!
Eu nunca havia pensado dessa forma!
Meu deus, pensando dessa forma, acho q o título é genial agora!
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