Saturday, November 15, 2008

teste

Saturday, May 10, 2008

Jaime da Silva Bonde, ou, Parte 2

Como vimos no post anterior, James Bond, nas mãos de Connery e Moore se tornou uma propriedade definitiva do povo britânico, e o o espião, em 1985, precisava de um novo intérprete. Moore, já desgastado e envelhecido, não era mais um rosto desejável para um agente secreto completamente dependente de charme. Em 1987, estreava The Living Daylights (perdoem-me, não me recordo do nome em português), com Timothy Dalton no papel de 007.

A era Dalton trouxe uma série de mudanças, algumas na direção da série, outras sinais dos tempos. Em meados dos anos 80, a AIDS começava a surgir como uma ameaça invisível, e parecia castigar a sociedade promíscua dos anos 70 e 80. Em função disso, Dalton foi o Bond que teve menos aventuras sexuais, geralmente atendo-se à uma cena com a mocinha principal do filme (geralmente, na franquia, há a tradição de, pelo menos, 3 cenas: Com uma garota desconhecida, com a mocinha e com a mocinha novamente, na cena final). Computando a onda politicamente correta da era Moore, na qual Bond mal bebia, não fumava e cortava no machismo, pode-se dizer, sem exageros, que o Bond vivido por Timothy Dalton se parecia muito pouco com o bastardo arrogante, misógino e cínico que Sean Connery imortalizou nos anos 60.

Outra mudança, relacionada à já citada mudança na direção da série, envolve o uso de roteiros mais sombrios, e ao mesmo tempo, voltados mais para a ação do que para a espionagem. Em Licensa Para Matar, Felix Leiter, clássico ajudante de Bond (funcionário da CIA) é assassinado. Em Living Daylights, de 1989, Dalton parece inseguro, pela primeira vez vemos Bond titubear em relação à sua vida, sua profissão, etc. Os vilões se tornaram mais realistas, como o traficante de armas americano Brad Whitaker e o general russo Georgi Koskov. Não eram exatamente pessoas reais, mas eram, sem dúvida, menos caricatos que personagens como o Satânico Dr. No e Blofeld. Vale notar que as mudanças geradas pela era Dalton viriam a ser utilizadas nas eras vindouras: Brosnan na ação e Craig no caráter realista e sombrio do personagem. All in all, Dalton não foi um mal Bond, foi apenas incompreendido.

No fim dos anos 80, Bond, que entrou como um vencedor, emergiu como um derrotado. O filme Licensa Para Matar foi um fracasso de bilheterias, as mudanças não agradaram ao público acostumado com a leveza cômica da era Moore e o colosso Bond passou a ser apenas uma lembrança. Seis anos se passaram e em 1995, resolveram revitalizar a franquia, desta feita com Pierce Brosnan no papel do agente no explosivo Goldeneye, que contava com música de abertura no melhor estilo diva, cantada por Tina Turner e um dos melhores vilões da franquia: Alec Trevelyan, o ex-006, traidor do MI6. Em 1997, a empresa britânica Rare lançou para o console Nintendo 64 o jogo Goldeneye, elevado por muitos ao status de melhor jogo do console, o que elevou o filme ao status de mito.

Brosnan foi um Bond amaldiçoado. Tinha o cinismo e a aparência necessários para o papel, mas teve o azar de mergulhar em roteiros bombas, como O Amanhã Nunca Morre e Um Novo Dia Para Morrer, de 1997 e 2002 respectivamente. Um Novo Dia Para Morrer era o 20º filme da franquia, e os produtores decidiram fazer deste uma homenagem a todos os outros. O que saiu, infelizmente, foi mais uma sátira do que uma homenagem. Bond começa o filme surfando, o que, por si só, já é assassinar o personagem. O filme segue com ele sendo capturado (!!) e preso (!!!!) por norte-coreanos (!!!?!?!) durante 14 meses (...). Uma tentativa de mudar o foco da série que deu errado (onde é que vimos isso antes?). O que segue a esta ofensa em película é uma trama envolvendo troca de rostos, palácios de gelo e o pior vilão da franquia, Gustav Graves. Com Die Another Day, Bond ameaçava cair novamente no esquecimento, pois a série começava a ser um pastiche de si mesma.

Pierce Brosnan foi afastado e em seu lugar foi escolhido Daniel Craig, que gerou uma resposta quase imediata de fãs do espião, criticando Craig por ser muito feio para o papel. Feio ou não, Craig conseguiu um feito até então inédito: mudar a estrutura da série e não ser um fracasso completo no processo com o filme Cassino Royale, de 2006. Provavelmente, o timing correto, o roteiro bem escrito e a temática bem selecionada sejam responsáveis por isso. O filme mostra um Bond iniciante, em sua primeira missão como agente 00, que é mandado para um cassino em Montenegro para impedir que um financiador de terroristas (LeChiffre) possa recuperar o dinheiro que perdeu em uma ousada manobra no mercado de ações. Bond aqui é humano, fica abalado após matar alguém, se apaixona, comete erros. O personagem é construído aos poucos, Bond aprende que a sutileza uma característica importante aos espiões, aprende que não pode se apegar às mulheres (pois ou elas serão mortas ou o trairão), mas ao mesmo tempo já mostra o ego inflado e a insubordinação, típicas do personagem. O fim do filme mostra a clássica frase ("Meu nome é Bond, James Bond") ao som do clássico tema do espião, marcando ali o renascimento da franquia. Que venha Quantum of Solace, previsto para o fim de 2008, também com Craig no papel de Bond.

Bem, esse post acabou saindo maior que a encomenda, então a análise do personagem fica pra parte 3. Obrigado leitor (es)!!

Friday, May 09, 2008

Bond. James Bond

Ian Fleming, em um momento de lucidez absoluta, decidiu condensar tudo o que um homem poderia ser em apenas uma figura. O espião com licensa para matar, a serviço da Inglaterra é o britânico mais relevante da humanidade. Sim, mais que o Paul McCartney. E sim, mais que o Robbie Williams, mas agora cala a boca, sua imbecil aí no fundo. É, você mesma.

Enfim, 007, como é identificado, passou por diversas fases, em uma nutshell, temos Sean Connery, com a era de ouro, machismo, alcoolismo, tabagismo, charme acima de qualquer coisa e diálogos mais afiados que um sabre de luz. Após alguns filmes, Connery começou a se aborrecer com o personagem e sua performance foi abalada. Era hora de chamar algum substituto à altura, alguém que pudesse preencher sua vaga com decência.

Era hora, mas não foi. Algum produtor, em uma demonstração completa de incompetência (e retardo mental) decidiu chamar Geoge Lazenby, que atuou apenas no filme 007: A Serviço Secreto de Sua Magestade. Para quem não conhece (grande parte da população), não é um filme ruim, ele tenta realmente dar uma chacoalhada na fórmula (Bond se casa, por exemplo) e conta com um vilão clássico (Ernst Stavro Blofeld, embora seja uma representação estranha, sem a S.P.E.C.T.R.E). O problema mora no fato de Lazenby ser tão carismático quanto um cactus sem os espinhos e pintado de verde limão, ao contrário do verde musgo natural. Lazenby foi demitido e Connery voltou para mais um filme (Diamantes São Eternos, um filme também com Blofeld, e provavelmente com a melhor música de abertura da franquia, cantada pela impecável Shirley Bassey). Aqui termina a era Connery.

Estamos em 1971, a franquia 007 já é gigantesca. Ser 007 é o sonho de 9 entre 10 homens (o homem que discorda também não recomenda Trident). Os estúdios da MGM convocam Roger Moore para o papel e, embora Moore tenha a expressividade de um boneco de cera sofrendo uma overdose de botox, ele protagoniza alguns bons filmes da série, e tem um estilo mais light. Algumas doses de comédia são inseridas aqui e ali, Moore bebe menos, fuma menos, é menos machista, é menos charmoso. Ele ganha mais aparatos tecnológicos, uma espécie de "meia na cueca", pois compensa a reformulação politicamente correta do personagem. Moore foi o ator que mais protagonizou filmes do 007, e seus maiores clássicos são Na Mira dos Assassinos, com Christopher Walken como vilão, Viva e Deixe Morrer, com trilha assinada por Sir Paul McCartney e Somente Para Seus Olhos. A era Moore transformou Bond de um gigante para um colosso, um monumento inglês inabalável.

No próximo post: A era Dalton, a reinvenção da era Brosnan e o início da era Craig. Além disso, uma análise profunda de Bond e o porque dele ser tão relevante para a humanidade.

Stay tuned.

Friday, January 25, 2008

Parte 2

A humanidade chegou aos anos 2000 sem nenhuma referência de ação máscula evidente. E as consequências disso são claras, e severas. A programação televisiva parou de exibir desenhos violentos (e, por isso, formadores de caráter vigoroso) para exibir Barneys da vida. O aumento de crianças patetas foi o maior registrado na humanidade, os brinquedos pioraram. Desesperados, os últimos remanescentes da geração de filmes de macho, em idade para fazer alguma coisa, lançam a santíssima trindade que salvou a humanidade do caos: 007: Casino Royale (007 será abordado no próximo post. Assim como Rocky, ele merece um post próprio), 300 e, surpreendendo a todos, Rocky Balboa.

Casino Royale trouxe ao homem médio, a excitação de espionagem e jogo de azar, as bond girls, e o formato Bond de volta às telonas, com qualidade, após o deprimente Die Another Day. 300 mostrou ao mundo a volta dos homens musculosos destruindo uma porrada de gente da forma mais sanguinária possivel, enquanto Sly, na minha opinião, o melhor dos 3, levou Rocky aos que não conheciam, e levou nostalgia aos corações daqueles que, enquanto cresceram, foram moldados pelos berros de Mick e pelos cruzados de Apollo. Após Schwartznegger afundar com sua revitalização do personagem T-800 em Terminator 3, Sly estava com todas as odds contra ele. mas ele conseguiu.

E agora, meus caros, estamos em um momento glorioso. Esses filmes serviram para mostrar que os anos 80 eram sim culturalmente melhores, e que tudo o que nós tinhamos lá deveria voltar, porque o que está agora, está, francamente, uma merda. Após estes 3 filmes, fomos presenteados com Duro de Matar 4, com John McLane em grande estilo, distribuindo tiros, murros, sarcasmo e "Yippie kay-yey, motherfucker". Pouco tempo depois, a franquia Transformers foi revivida. Depois, soubemos que teríamos um filme mostrando Speed Racer. Mas nada, NADA, podia nos preparar para Sly, novamente ele, que mudou a porra toda quando começou a lutar boxe sendo Rocky Balboa nos anos 70, prometeu nos trazer de volta John Rambo, desta vez mais velho, mais puto e mais sanguinário.

Ignorando o que psicólogos modernóides e pessoas sensíveis sugerem, levem seus filhos para os cinemas em fevereiro, quando Rambo estrear. É o mínimo que um pai consciente faria por seus filhos, pois nada molda mais o carater de uma criança do que ter um herói, e há de se convir que um soldado furioso matando terroristas é um herói melhor do que um dinossauro roxo e possivelmente retardado. Citando novamente John McLane: Yippie kay yey, motherfuckers!

Tema do dia: Cinema.

Olá, você que acompanha ou acompanhou meu blog, e jurou que ele havia morrido. Ele não morreu, felizmente, ele apenas estava dormindo, e agora, após uma breve mijada matinal, ele retorna à ativa falando da sétima arte, o cinema.

Mas caro leitor, não se engane. Não falarei sobre Casablanca, Audrey Hepburn, Kubrick, ou qualquer outro ícone cabeça que você pode pensar ao ler o título do blog. Eu atacarei em um front pouco comentado: Os filmes de macho.

Você, mais sensível, e visivelmente abalada com a temática do post, pode estar se recordando agora de filmes exibidos na Sessão da Tarde, estrelados por Jean Claudde Van-Damme (mais sobre ele no porvir), ou talvez alguma sessão noturna de uma excelente película de Steven Seagal. E por lembrar disso, você está tendo uma visão superficial da coisa, parafraseando Mathias, o "zero-seis".

O cinema de macho surgiu da necessidade de homens putos da vida verem explosões, mortes, porradarias, sanguinolência, enfim, testosterona em película. Não fingirei saber o ponto de partida desse gênero, mas eu posso pontuar os momentos decisivos de sua trajetória. Eu começaria citando o clássico dos clássicos, a excelente franquia criada por Sylvester "Sly" Stallone em 1976, com a história de Rocky Balboa, o boxeador azarão que conquista o título mundial. Rocky é um pilar para o cinema másculo, e gerou 3 sequências de peso durante os anos 70 e 80, mas, ao chegar em seu quinto capítulo, fraquejou. Paralelamente aos Rockys, Sly trouxe ao mundo John Rambo, com a trilogia Rambo I, II e III. Pela mesma época, Arnold Schwartznegger surgia com Conan, o Bárbaro, Terminator 1 e Terminator 2. Que era de ouro. As bilheterias eram gigantescas, o gênero só trazia pérolas, tudo era bom, e a boiolagem vivia fora dos cinemas.

Os anos 90 viram tanto a renovação quanto a decadência da fórmula. De um lado, Robert Rodriguez e Quentin Tarantino renovavam continuamente o gênero com personagens cada vez mais trabalhados e menos musculosos, mas igualmente sanguinários. Um Drink no Inferno, Pulp Fiction, Cães de Aluguel e Desperado exemplificam bem os títulos excelentes da primeira metade da década. Mas algo estava errado. Sly e Schwartznegger estavam envolvidos em filmes medíocres (Cliffhanger e Júnior, por exemplo), e o mundo via o nascimento de um dos maiores enganadores da história, o já citado Jean Claude Van-Damme.

Eu tenho uma teoria, meu caro leitor, e você é livre para discordar dela. Em minha opinião, Van-Damme é um viado metido a macho, que corroeu o cinema hétero de dentro para fora, com filmes cada vez mais estereotipados e medíocres, em uma legítima conspiração para tirar de cena esse gênero tão amado e viril. Com a saída de Terminators do cinema, mais espaço para comédias românticas ou Brokeback Mountains da vida (mais sobre comédias românticas em futuros posts). Seja essa conspiração verdade ou não, o fato é que, em bom e claro português, o esquema fudeu no decorrer da década. A segunda metade dos anos 90 não trouxe absolutamente nada de relevante ao genero, os heróis do passado causavam náuseas (Sly aparecendo em Pequenos Espiões 3D e Schwartznegger fazendo Um Herói de Brinquedo), e a nova geração era motivo de piada, como, por exemplo, Vin Diesel e seu medíocre Triplo X.

Monday, February 19, 2007

You are a 200 pounds grease fast italian tank!

Continuando o post rankeando Rocky, agora a briga é mais difícil. As 3 melhores lutas finais são insanamente boas, e quase a prova de falhas.

A terceira melhor luta é de Rocky I, contra Apollo Creed. A luta é excelente. O inexperiente boxeador Rocky Balboa, o garanhão italiano da Philadélfia encara o campeão dos Pesos Pesados Apollo Creed, e a luta passa isso com perfeição. Rocky tem muito menos técnica do que o velocista Apollo, e é espancado por quase todos os rounds. Perto do final, Rocky quase explode as costelas de Apollo, enquanto esse arranca o supercílio de Rocky. Apollo vence por pontos, e já é declarada a revanche. O único ponto negativo é que a luta é relativamente curta, mas não é demérito quase nenhum, porque é absurdamente intensa.

A segunda melhor luta é de Rocky II, a revanche de Rocky contra Apollo. A distância entre esta luta e a primeira é incrivelmente pequena. Mas a luta é recheada de rivalidade, com Rocky querendo sua revanche e Apollo com raiva por ter sido espancado na primeira luta, mesmo tendo vencido. A luta se desenrola com Rocky defendendo socos de Creed com a cara, e nos últimos rounds soltando a fúria pra cima de Apollo, surpreendendo ele. Os 2 trocam socos de forma insana, a luta vira uma quase pelada, sem técnica quase alguma e Rocky desfere o soco que derruba Apollo, caindo também. Rocky consegue se reerguer e Apollo não. Rocky se torna o campeão dos Pesos Pesados.

A melhor luta é a luta de Rocky IV, contra o Trem Siberiano Ivan Drago. O que torna essa luta levemente melhor que a luta de Rocky II? Simplesmente o fato dela levar todos os pontos altos de Rocky II além. A luta é mais furiosa, Rocky tem mais dificuldades, Drago tem braços longos e socos fortíssimos. No começo, ele não sabe o que fazer enquanto o Trem Siberiano destila todo o ódio em cima dele. Aos poucos, Rocky vai tomando controle da luta e perto do fim, na altura do round 10, a luta começa a ficar empatada. Rocky salta, desvia, analisa, com a velocidade ensinada por Creed, ele dança pelo ringue, enquanto o gigante Drago bate e leva quase na mesma medida. Nos últimos rounds, a luta se transforma em uma pelada completa. Nenhum dos 2 adversários defende, e é soco por soco. Nessa hora, a resistência e a determinação de Rocko, vingando o amigo Apollo, morto por Drago o faz vencer a luta, enquanto ele descarrilha o Trem Siberiano com um cruzado de esquerda.

Cut me, Mick.

Após uma deliciosa maratona de Rocky no Youtube, vendo todas as lutas finais de todos os 5 filmes (Não vi de Rocky VI, sim, VI, não Balboa, porque almejo ver no cinema). Aqui vai o top five, com a descrição das lutas e porque elas estão em suas colocações.

Em último lugar, Rocky V. Sim, o Rocky considerado o pior até pelo Sly Stallonne faz um bom trabalho em ter a pior luta final, que dura uns 6 minutos, e é uma luta de rua, ou seja, tem empurrão, chute, rasteira, gravata, o que der. Isso torna uma luta meio genérica, dado que você já viu coisas assim até mesmo em filmes do Steven Seagal. Tommy Gunn também não ajuda em nada, sendo um vilão imbecil, metido a besta, mas que nunca impressiona. O que salva a sequência é quando Rocky cai e tem flashes de Mick, e da luta com Drago.

Em quarto lugar, a luta de Rocky III, contra Clubber Lang, o lendário Mr. T. A sequência pré luta é excelente, com Apollo entregando os lendários shorts com a bandeira americana ao Italian Stallion, Lang dando uma entrevista muito cool com frases antológicas, como: "I pity the fool who tries to take from me..." ou "Pain.". Quando soa o gongo, a coisa fica um pouco mais estranha. No começo, Lang aguenta os socos dados por Rocky, avaliando o estilo do Stallion. Alguns rounds depois, Clubber se lança com fúria para cima de Rocko e arrebenta ele por um curto período, pois Rocky também é fã da filosofia "Defenda com a cara". Após cansar Lang por 2 rounds, Balboa parte pra cima e arrebenta o grandalhão de moicano. Ele não fica muito devastado depois da luta, dando a entender que não foi MUITO difícil espancar Lang. No entanto, a luta é boa, e como há uma luta anterior na qual Clubber nocauteia Rocky, essa luta passa como boa-ótima.

Wednesday, February 14, 2007

All in.

Ah, revigorado após a ressaca reveillon, posso afirmar que 2007 não é uma mera e patética sombra de 2006.

Sim, meus caros, eu defequei pela boca, ou no português mais claro, falei merda em meu último post.

2007 é um ano de melhoras na academia. Um ano de Rocky VI (não Balboa, VI). 2007 é o ano de faculdade (Não espere que eu me vangloreie de ter passado, você, leitor merece mais.).

Mas 2007 foi o ano que aprendi o mais glorioso jogo de azar, o poker, inspirado pelo impecável Daniel Craig em Casino Royale.

Viva o Texas Hold'em.

Viva também os Luanitos, a banda teresopolitana que mandou o hino do século XX Song 2 para uma empolgada platéia em um empolgado estúdio em uma funesta cidade. Não dá pra empolgar tudo.

Tuesday, January 23, 2007

Obstacle 1

O primeiro post de 2007, seguindo um clichê mor é sobre o ano de 2007.

Até agora, o ano de 2007, ao contrário do que videntes, big brothers e imbecis da vida costumam dizer, é exatamente idêntico à 2006, acrescido de 1 na casa das unidades.

Apesar de algumas alterações importantes, como estar em mais uma banda, além de um projeto com um amigo, e estar malhando, ainda vejo as mesmas idiotices das mesmas pessoas, nos mesmos cenários.

Seja a falsidade de alguns, ou a arrogância de outros. Seja a mudança de uns, seja a mesmice de outros.

O alvorecer de 2007 em Teresópolis, em fins de janeiro, é uma amarga e decadente continuação de 2006.

É broxante acompanhar isso diariamente. Mas, como dizia um grande amigo meu, Lauro: "Me dá uma bola ae, cara..."